17.2.09
coraline
sensacional!
soube que em uma sala do Shopping D tem sessão 3D a 18 reais.
eu vou!
10.2.09
1.2.09
e depois
e
depois de um sábado inteiro passado no hospital tomando soro na veia por causa de uma desidratação (!!!)
hoje, domingo, me sinto como a Marjani Strapi na cena antológica do antológico
PERSÉPOLIS
the eye of the tigeeeeeeeerrrrrrrrrrrrr :)
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no mais,
em meio ao corre de produzir uma mini expo pra logo mais, tenho pintado pouco na rua.
mas conseguimos fazerum trampinho lá no Bixiga.
Sim! No aniversário de São Paulo (25/01) fomos dar uma força pro Seu Walter Taverna, à convite do Pato, e nos juntamos ao povo do graffiti que foi pintar no lugar onde haveria o famooooso bolo do bixiga (e aquela lambança toda) que não aconteceu dessa vez por falta de patrocínio da Dona benta.
uma coisa sítio do Pica Pau Amarelo. Mas foi bacana, sabe?
encontramos até o Charinha!!!

que calça mais bacana seu Chacrinha!
e aqui, eu,o Caicai e o nosso trampo/bolo
e aqui, o bolo do bixiga, como costumava ser, quando tinha bolo...
eeeeee brasil!
15.1.09
29.12.08
20.12.08
precisando de alguma beleza em sua desgratiata vida??

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19.12.08
15.12.08
andergraundi

a vida é cheia de som, fúria e doçura
A Flor, minha pequena menina duracel, que fica com o mp3 do Mickey pendurado na orelha o dia todo. Ela tem 5 anos e gosta de música pra caramba.
Nem sei se devia estar falando dela aqui. Combinamos de não ficar falando da vida uma da outra para alheios, mas enfim...é iressistível.
Ter filhos é fazer experiências todos os dias. Você faz, mas nunca tem muita certeza do que vai dar. E como meu cotidiano é muito ligado ao dos meus dois pequenos que amo tanto – a flor e o caicai – eu sou o verdadeiro professor pardal da parada!
Aqui se ouve muita coisa. Já contei aqui sobre meus gostos díspares e tenho muito orgulho deles. Quando você chega no ponto em que pode ouvir QUALQUER COISA e saber discernir se aquilo é um lixo ou um luxo, ai sim sabe ouvir música. Não foi sempre assim, claro. Música é uma coisa que acompanha a gente desde que nascemos até o fim. The End!
Vai daí que é uma delícia ver a Flor ouvindo Beastie Boys (que é a cara dela) depois Kelly Key, depois Serge Gainsbourg, depois Avril Lavigne, tudo com o mesmo entusiasmo (a Avril com mais entusiasmo,é verdade)
Jamais, EU DISSE JAMAIS, vou recriminar uma criança de 5 anos por gostar de Hannah Montana e “Se ela dança eu danço”
Hahaha
Música serve também pra unir as pessoas e essas servem pra unir minha pequena paçoca com as amigas dela. É isso que elas dançam nas “baladinhas de criança” que o tio Fê (meu primo e DJ) as vezes arma pra elas. E é uma delicia vê-las dançando. Eu é que não vou me meter. E ainda ganho pontos em cultura pop.
Mas quando fizemos o blog de vídeos pra ela ver (é impossível deixar qualquer criança na frente do youtube sozinha), ficou claro que as nossas influências pesam também.
Tem lá “Ih! Choveu! Cabelo encolheu todinho” (hahahaha essa é ótima!), mas tem Elvis! Caras! Ela adora o Elvis!!! J E ela canta aquela do Tim Maia!
“ mas lendo atingi o bom-senso/ a imunização ra-cio-nal” e ainda põe um “yéa” no fim! hahaha
E tem as coisas que descobrimos juntas, tipo Herman Dune. E tem a Yelle (muito gata) que virou nossa música oficial de meninas, pra dançar na sala junto com a Aninha, 4, nossa vizinha. Hehe
http://favoritosflor.blogspot.com/
Nada ali “foi a mãe que botou”, sabem? É mesmo uma parte da nossa vida, uma coisa que a gente divide. Eu mostro uma , conto a história, ela diz se gostou e fala “Poe no meu blog mãe!” ,ai lembra de alguma que ela ouviu outro dia, procuramos e assim vai...
Não sei o resultado de todo esse crossover. Só espero que não seja nada muito imprevisível, tipo ter uma filha que gosta de axé na adolescência (agora ela odeia). Mas acho que prevalecerão os cabelos vermelhos à lá Paramore.
Hum...música aqui é uma lanterninha numa caverna. Serve para o professor Pardal ter um pequeno vislumbre do resultado da sua experiência. Bem pequeno mesmo.
Amanhã vou até a 25 comprar o fone novo pra Florzoca.

essa é do ano passado, na baladinha junina do tio fê. luzes flor, luzes!
12.12.08

eu continuo recebendo os newsletters da Borders "hy dear Lygia! take a look at the news on Borders.com!"
(http://www.borders.com/online/store/Home)
e recebendo noticias da explosão do dubstep em Londres
e continuo recebendo milhares de convites para bazares, lojinhas e promoções, nesse natal de bazares, lojinhas e promoções
http://www.lojasvirtuais-br.com.br/casadequemcombr/
http://www.adoramoresalmadeflores.blogspot.com/
http://endossa.com/marcas/index.asp?id=477
http://www.wassabe.com/
aiai
Londres, Lisboa, Barcelona, Berlim
Esperem aí, Londres, Lisboa, Barcelona, Berlim, please
ai! esse mundo cruel
fica mais infame com a vinda do papai noel
el, el, el.
5.12.08
A*C news e desenhos

stencil on vintage paper 32 x 40 cm
Taí nosso papelzim. Um dos 6 que enviamos pra expo coletiva "Poesia Urbana", na galeria Famous when Dead, em Melbourne, AUS, mostrando artistas urbanos de Sampa.
Demoramos um tempão pra consegiuir produzir coisas em suporte por vários motivos...
O principal é tempo. Dividir o tempo racionalmente sempre foi uma coisa complicada pra mim.
E ainda fracionar isso entre tempo de pintar na rua, tempo com as crianças, tempo pra nós dois, tempo para cada um de nós individualmente, tempo para trabalho formal, tempo de fazer nada...e parar e poder pensar...porque a gente pensa muito.
Pode até ser que duas cabeças pensem melhor do que uma, mas muitas vezes a gente demora pra chegar num acordo e tem muitas - saudáveis - discussões sobre o que cada um quer fazer de verdade.
Trabalhar em dupla, principalmente sendo um casal e conhecendo o outro muito bem, é um exercício de saber ceder as vezes e saber impor outras...e saber transformar duas idéias em uma, na maior parte do tempo. Esperamos que dê certo sempre.
Enfim, a gente produziu um monte de coisas em suporte e eu fiquei muito feliz com isso.
Essas coisas vão estar espalhadas por ai, logo mais.
A expo em Melbourne abre hoje.

a arte do convite é do queridão Ozi
Paralelamente aos suportes, estamos pintando uma passarela que corta a linha do trem aqui na Barra Funda, com um bando de amigos bacanas que me fazem rir mesmo sob o sol escaldante (Pato, Ciro, hermanos do 6 e meia, Paulo, Ari, Arthur e mais alguns que ainda não vieram). Um lugar estranho, meio sinistro, mas que é a cara da diversidade desse bairro que eu chamo de meu :). Os trampos estão ficando foda e nós vamos voltar lá hoje e amanhã pra terminar o nosso. Muito trabalho, mas muita diversão também.
E,
ainda,
eu voltei a desenhar umas cositas. deu os cinco minutos e eu acho que descobri um caminho a ser seguido, alguma coisa de que eu realmente quero falar...desenhando.
E eu adoooooooooro canson, caneta e tinta...ainda!
Esse ai em baixo é um deles:

logo mais...mais.
1.12.08
pigmeus coloridos for fun

(clique na imagem)
alguém já tinha visto isso? acabei de reencontrar esse link perdido aqui
não é um jogo, ou é, mas é fofo demais pra ser chamado assim.
eu gostei do desenho
e da trilha sonora do polyphonic spree, que só dá pra ouvir mesmo como trilha sonora.
sim, é aquele "coral gospel" mezzo hippie, ou whatever fuck, que faz umas músicas etéreas e tudo mais.
nunca entendi muito bem os caras, mas o joguinho é sensacional.
vá clicando e clicando pra mudar de tela e achar os outros integrantes da trupe.
29.11.08
26.11.08
beleza, japão, gravuras e minha mais recente fixação
São humanos, os orientais. Estranhos somos nós, aqui.
Aí em baixo estão minhas mais recentes fixações, as gravuras japonesas, os ukiyo-e , que influenciam tanta gente do desenho por aí. Algumas são lá do século 16. Absurdo! Como já eram modernos! Elas começaram a ser pensadas como ilustrações para livros, mas, com a popularização da xilogravura, pularam para fora das publicações, e passaram a ser produzidas em série e vendidas à classe burguesa de Edo ( nome antigo de Tóquio) que não tinha como comprar um original.
É mais ou menos o que está acontecendo hoje no mercado da arte.
Mas quem produz agora não é mais tão livre, nem tão competente.
clique nas imagens para aumentar.
Hishikawa Moronobu
O primeiro.Na década de 1670.


Tsukioka Yoshitoshi (1839 – 1892)
Discípulo direto de Kuniyoshi, teve uma vida miserável que dava um filme – com direito a ser sustentado por gheishas que vendiam o corpo por ele – e produziu uma série ao mesmo tempo perturbadora e popular, as “bloody prints”, de onde vieram as Eimei nijûhasshûku (“Vinte e oito assassinatos com verso”), onde descreve em imagens, sim, vinte e oito assassinatos. Vendeu como água no Japão tomado pela guerra.

















